08- Recife/ Olinda

Passeio  Recife e Olinda por apenas R$ 250,00 de 1 a 4 pessoas com carro exclusivo.

Sobre o Roteiro:

O passeio começa por Boa Viagem, onde passearemos por toda a orla e pararemos no Acaiaca para tirar fotos e tomar uma maravilhosa água de coco verde.
Em seguida iremos para a Casa da Cultura que já foi um dia uma Casa de Detenção e hoje acomoda dezenas de lojas que comercializa o artesanato que vem de mais de 100 locais de Pernambuco.
Não muito distante vamos para o Recife Antigo, para conhecer a praça do Marco Zero.
E no último ponto de passeio, vamos conhecer Olinda, passaremos na Cidade Alta para conhecer a Igreja da Sé, a feirinha de artesanato e o Museu de arte sacra, desceremos para a cidade baixa nos “Quatro Cantos” e por fim no Mercado da Ribeira.

 

Um pouco de história

Boa Viagem

O bairro de Boa Viagem é um bairro na cidade do Recife. Uma das suas principais características é a sua posição ao longo do Oceano Atlântico. A avenida Boa Viagem, que corta o bairro por completo, é à beira-mar. O bairro nobre possui uma das maiores aglomerações por metro quadrado da população da cidade, tendo em vista a grande quantidade de edifícios. Em virtude de sua bela costa praiana, considerada uma das mais bonitas praias urbanas do Brasil.
No século XVII foi construída uma igreja dedicada à Nossa Senhora da Boa Viagem em razão da devoção dos pescadores que habitavam o então pequeno povoado. A urbanização só ganhou impulso no início do século XX, com a construção da avenida Boa Viagem. Mesmo assim ainda era um bairro de veraneio.

 

Casa da Cultura

 

A Casa de Detenção teve seu inicio de construção em 1848 e finalizada em 1867, para funcionar com a penitenciaria mais moderna existente na época.  Seguindo essa lógica, o edifício, inaugurado em 1855, apresenta o formato de cruz, e é composto por quatro raios correspondestes aos pontos cardeais (Norte, Sul, Leste, Oeste), todos com três pavimentos, que confluem para um saguão central, coberto por uma cúpula metálica – o Mirante.

O prédio, tombado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (FUNDARPE) em 1980, funcionou como penitenciária durante 118 anos.

Em 1963, o então Chefe da Casa Civil, Francisco Brennand imaginou que aquele local poderia ser transformado numa casa que abrigasse toda a produção cultural do estado, criando assim em Pernambuco uma instituição similar aos centros de educação nas áreas de literatura, teatro, música e artes plásticas que estavam sendo criados na França pelo escritor André Malraux. No entanto, a idéia só foi colocada em prática quando a Casa de Detenção chegou a uma superpopulação de mil presos quando celas projetadas para abrigar 3 detentos chegavam a abrigar 8.

Três anos após o fechamento da Casa de Detenção, em 14 de abril de 1976, a Casa da Cultura foi inaugurada.

Hoje, a Casa da Cultura é visita obrigatória de todos os turistas que chegam ao Estado. E ao chegarem à Casa ficam deslumbrados com a variedade imensa do artesanato que vem de mais de 149 municípios.

Recife Antigo / Marco Zero

 

O bairro do Recife Antigo teve seu inicio por volta da metade do século XVI. O ponto de origem da povoação foi um porto, construído para escoar pau brasil e os produtos da atividade agro-açucareira de Olinda.

Inicialmente o bairro era denominado Arrecife dos Navios e se estendia, desordenadamente, por uma área de aproximadamente dez hectares, com a construção das casas não seguindo nenhum ordenamento: a abertura de ruas obedecia apenas à vontade dos que ali se fixavam.

O Recife Antigo conta com vários prédios históricos e com trechos de casarios, há a Torre Malakoff, Centro de Cultura Correios, Paço Alfândega, Sinagoga Kahal Zur Israel e o Marco Zero, além de restaurantes e bares.

Alto da Sé / Olinda

O Alto da Sé é uma região de Olinda muito visitada por turistas. Nesse local concentram-se alguns pontos turísticos – como o Elevador Panorâmico e a Igreja da Sé -, além de lojinhas e barracas que vendem artesanato. Para quem quer chegar ao Alto da Sé, é mais vantagem subir pela Rua São Francisco, que tem uma ladeira menos íngreme do que a rua da Ladeira da Misericórdia.

É um lugar legal para encontrar artesanato, quadros, comidas típicas do nordeste como tapioca, acarajé e lembranças etc.